CoBras

O CoBras é um clube virtual de livre associação para escoteiros, bandeirantes

Campanha de reciclagem de pilhas e baterias

Se o descarte de pilhas e baterias for feito de forma inadequada pode prejudicar o meio ambiente

Campanha de reciclagem de pilhas e baterias

Se o descarte de pilhas e baterias for feito de forma inadequada pode prejudicar o meio ambiente

CoBras

O CoBras é um clube virtual de livre associação para escoteiros, bandeirantes

Campanha de reciclagem de pilhas e baterias

Se o descarte de pilhas e baterias for feito de forma inadequada pode prejudicar o meio ambiente

Ponta de Lança 2016

Nos dias 27 e 28 de Agosto de 2016, em nossa Sede, foi realizada uma nova edição da atividade Ponta de Lança.


Ponta de lança é uma atividade da tropa Sênior(jovens de 15 aos 18 anos) exclusiva para os Monitores e Sub-Monitores dos grupos escoteiros, o objetivo desta atividade é:

Distintivo da atividade
  1. Proporcionar aos monitores e sub-monitores do Ramo Sênior dois dias de aprimoramento e orientação na condução, organização e atividades das patrulhas.

  2. Transmitir aos jovens informações sobre e nas atividades relacionadas a progressão pessoal e mística escoteira;

  3. Contribuir para integração e interação de jovens de outros grupos através da vivência da lei, promessa e espírito escoteiro.

A atividade contou ao todo com 16 Bases, 4 Palestras e 2 Pioneirias e envolveu muitos chefes, tanto de dentro do 6º Distrito, como chefes de outros distritos, todos dando o seu melhor para passar o máximo de seu conhecimento para os jovens.

Vídeo do grito sênior Clique Aqui!
Vídeo da base da catapulta Clique Aqui!

Veja fotos em nossa pagina Clique Aqui!



Comemorações alusivas à proclamação da Independência – História

Veja o Boletim Informativo das COMEMORAÇÕES ALUSIVAS À PROCLAMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA - 2016   Clique Aqui!

Quando um país torna-se independente ele passa a ter liberdade, ou, autonomia em diversos aspectos, entre eles, o social, o político e o econômico.
A Independência do Brasil foi proclamada no dia 07 de setembro de 1822 com a famosa frase de Dom Pedro I: “Independência ou Morte” as margens do riacho Ipiranga, em São Paulo. A partir desta data o país deixou de ser uma colônia portuguesa.

Causas:
- Vontade de grande parte da elite política brasileira em conquistar a autonomia política;

- Desgaste do sistema de controle econômico, com restrições e altos impostos, exercido pela Coroa Portuguesa no Brasil;

- Tentativa da Coroa Portuguesa em recolonizar o Brasil.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta ideia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembleia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembleia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.


Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.



1º Acampamento da Ilha de Brownsea



Nos meados de junho de 1907, certo dia, Robert S. S. Baden Powell, o primeiro Chefe Escoteiro do Mundo, escreveu cartas a alguns de seus velhos amigos do Exército e suas esposas, que eram pais de rapazes de 11 a 14 anos, alunos de afamados colégios particulares: Harrow, Eton, Chaterhouse e outros. “Proponho-me a realizar um acampamento de 18 rapazes selecionados”, escreveu ele, “para aprender Escotismo durante uma semana das férias de agosto. O acampamento, por permissão generosa de C. Van Raalte, Esq., será realizado na ilha de Brownsea, em Poole”. E continuava sua carta delineando o adestramento que os rapazes teriam e assegurando aos pais que “estava cuidadosamente planejado o fornecimento de alimentos, a cozinha e as medidas sanitárias”. Incluía uma lista do material de acampamento e roupas.

Dias depois enviou convite semelhante às Companhias de Brigada de Rapazes (Movimento juvenil já existente) de Bournemouth, dando à 3 outros rapazes que fossem alunos de escolas secundárias do governo, ou empregados em fazendas, ou filhos de operários. O efetivo inicialmente pretendido de 18 se elevou a 21 pois todos queriam acampar com o herói de Mafeking” que 217 dias defendeu esta cidade situada na Guerra dos Boers. Mais tarde B.P. decidiu levar como seu “Ajudante” um sobrinho de 9 anos, órfão de pai. E convidou seu companheiro de armas, o Major Kenneth McLaren para seu Assistente.

No anoitecer do dia 31 de julho todos os participantes do que seria o 1º acampamento Escoteiro do Mundo, se encontraram na ilha de Brownsea na costa sul da Inglaterra. Do dia seguinte em diante e durante 7 dias B.P. pos a prova do que ele chamava “Esquema do Escotismo”. E agora, 60 anos depois, todos os Chefes Escoteiros podem dar as seus Escoteiros as mesmas emoções, seguindo fielmente o programa realizado no Acampamento da ilha de Brownsea.

1º DE AGOSTO - PRELIMINARES
Formação das Patrulhas - Na primeira manhã os rapazes formaram quatro Patrulhas com os mais velhos como Monitores. As Patrulhas receberam seus nomes e cada rapaz recebeu as fitas de Patrulha de cores distintas para por no ombro: Maçaricos-amarelo; Corvos-vermelho; Lobos-azul; Touro-verde. As fitas tinham 2,5cm de largura, em dois pedaços de 45 cm de comprimento, dobrados ao meio, e pregados com um alfinete de segurança, um sobre o outro no ombro, dando quatro pontas de 22cm. Cada Monitor portava um bastão curto com uma bandeira triangular branca tendo a silhueta de cabeça do animal da Patrulha pintada em verde, com as letras BA, primeira e última de Brownsea. Os Monitores usavam, como distintivo, uma flor de liz de feltro branco na frente do boné escolar. Não havia uniformes.
Distribuição dos Deveres - Cada membro da Patrulha recebeu um número: Monitor, nº 1; Submonitor, nº 2, etc. Os Escoteiros tinham que trabalhar em pares “como camaradas”. As responsabilidades da rotina diária de trabalho foram explicadas. As Patrulhas foram localizadas no campo, cada uma com uma barraca.
Programa Diário - Cada dia teria um tema próprio: Técnica de acampamento, observação, artes mateiras, etc. O Assunto do Dia poderia ser explicado e praticado num triplo ataque . “Por exemplo”, explica B.P., tomemos um detalhe do assunto “Observação” que é Rastrear: no Fogo de Conselho contaremos aos rapazes algumas interessantes estórias que mostrem o valor de ser hábil em seguir rastros. Na manhã seguinte ensinaremos a ler os rastros fazendo pegadas de diferentes rapazes, em diferentes passos, e mostrando como lê-las e deduzir seu significado. À tarde daremos o jogo “Rastreando o Cervo”.
Adestramento dos Monitores - Cada dia Baden Powell passava em revista com os Monitores o programa do próximo dia, instruindo-os nas habilidades de campos necessárias. “O Sistema de Patrulhas”, escreveu B.P. após o acampamento, “foi o segredo do nosso sucesso. Foi dado a cada Monitor completa responsabilidade sobre a conduta de sua Patrulha em qualquer ocasião, no acampamento ou no campo. A Patrulha foi a unidade para trabalhos e jogos. Cada Patrulha estava acampada num lugar separado. Confiava-se a honra dos rapazes o cumprimento das ordens. A responsabilidade e a rivalidade competitiva foram, desta maneira, simultaneamente estabelecidas e um bom padrão de desenvolvimento foi assegurado através do dia-a-dia da Tropa”.

2 DE AGOSTO - TÉCNICA DE ACAMPAMENTO
Construção de Abrigos - Ver “Escotismo para Rapazes”, páginas 132 e 135.
Fazer Colchões - Ver “Escotismo para Rapazes”, páginas 174 e 175.
Nós - Ver “Escotismo para Rapazes”, páginas 128 e 132. Atividade prática na página 147.
Acender o Fogo - Ver “Escotismo para Rapazes”, páginas 178 e 179. Para o fogão estrela, ver páginas 166 e 167.
Cozinhar - Ver “Escotismo para Rapazes”, página 176. Carne na brasa e cozinhando aves e peixes, ver página 177. “Dampers”, ver página 180.
Jogos para a Saúde e Resistência Física - "Corpo a Corpo", ver “Escotismo para Rapazes”, página 279. "Caça ao Urso" - Um dos rapazes maiores é o urso e tem 3 bases nas quais ele pode se refugiar e estar a salvo. Ele leva um pequeno balão de borracha cheio de ar nas costas. Os outros rapazes estão armados com bastões de palha amarrados por um cabo (ou jornal enrolado) e com os bastões procuram fazer estourar o balão, enquanto o urso está fora da base. O urso tem um bastão semelhante com o qual procura tirar os chapéus dos caçadores. Se isto acontecer o caçador está morto, mas o balão do urso tem de ser arrebentado para que ele seja considerado morto.
Fogo de Conselho - Ver “Escotismo para Rapazes”, página 171.

3 DE AGOSTO - OBSERVAÇÃO
Seguir Rastros - Ver, para a atividade prática de rastreio, “Escotismo para Rapazes”, páginas 212. “Memória de pegadas”, ver página 213. “Seguindo a Pista”, ver página 214. Ou ver o primeiro período da página 213 - Envia-se um rapaz com ferros especiais para fazer pistas e deixa-se a Patrulha rastreá-los. Os ferros para fazer rastros são uma invenção do Sr. Thompson Seton e podem ser amarrados às solas do sapato do Escoteiro como um par de patins, de modo que, onde quer que ele vá, deixa um rastro semelhante ao de um cervo.
Dedução - Ver para atividade prática de dedução, “Escotismo para Rapazes”, página 224, último período.
Treinando a Visão - “Mostrador manchado”- ver páginas 197 e 198. “Visão rápida” - pode ser ensinada com o mesmo mostrador, permitindo aos Escoteiros ficarem bem perto, mas mostrando o quadrado de papelão por apenas 5 segundos, e deixando-os marcar os seus cartões de memória. O que tiver o desenho correto, vence.
Atividade Noturna - Nesta noite e nas 3 seguintes os rapazes de Brownsea tiveram a parta mais emocionante da sua experiência de acampamento: “Cada noite uma Patrulha ficou de serviço como sentinelas noturnas de um posto avançado. Entregamos rações de farinha de trigo, batatas, carne, chá, etc. e foram enviadas um lugar indicado para fazerem um bivaque e passar a noite. Cada rapaz levava seu casaco e cobertores, uma panela e fósforos. Ao chegarem no local, acendiam os fogos e cozinhavam o jantar, depois do qual as sentinelas foram colocadas em seus postos e o bivaque armado. O Piquete noturno era espionado e verificado se estava alerta para da alarme no caso de aparecerem “inimigos”, pelos Monitores das outras Patrulhas e por mim, pouco antes das 11 horas da noite. Após isto as sentinelas eram retiradas e o piquete se preparava para passar a noite, voltando ao acampamento na manhã seguinte, em tempo para fazer o desjejum”.

4 DE AGOSTO - ARTES MATEIRAS
Atividades Práticas da Natureza - Relatórios de observação da natureza - “Envie suas Patrulhas para descobrirem por observação e relatarem depois, coisas como esses: Como o coelho silvestre cava sua toca? Quando um grupo de coelhos é assustado, um coelho corre apenas porque os outros correm ou olha ao redor para ver qual é o perigo, antes de também correr? Um pica-pau tira a casca para apanhar os insetos no tronco da árvore, ou apanha-os pelo buraco, ou como é que os acompanha? etc”.
Desenho da natureza - Por desenhar corretamente as pegadas de 12 diferentes animais ou pássaros - 3 pontos. Desenho de 12 diferentes espécies de peixes, ganha 4 pontos. Desenho ao vivo de 12 animais, pássaros, répteis, etc., silvestres, ganha 5 pontos. Desenhos de 12 árvores e suas folhas - 2 pontos. Baden Powell tinha a intenção de dar aos rapazes pontos, que somados, levassem-nos a conquistar um “Distintivo de Mérito” sobre a natureza.
(Foi desse começo que nasceu o programa dos Distintivos de Especialidades.)
Observação de Estrelas - “Leve os rapazes numa noite clara para postos separados e deixe cada um encontrar a constelação que indica o Polo e Orion, etc., e quando você for passando por eles, devem apontá-las.
Tocaia - "Tocaiando a caça" (ou Rastreando o cervo) - ver “Escotismo para Rapazes” página 232, "Tocaiar silenciosamente", ver página 233, no terceiro período.

5 DE AGOSTO - CAVALHEIRISMO
Baden Powell era um esplêndido contador de estórias. Tinha um espantoso estoque de anedotas sobre os heróis de todos os tempos. Para seu próprio uso, ele havia criado um código de ética, baseado nos códigos dos Cavaleiros do Rei Arthur e nas suas próprias reflexões. Agora ele pode procurar instilar nos rapazes os mesmos ideais, contando-lhes as façanhas dos heróis admirados pelos jovens e imprimindo em suas mentes a idéia de “Boa Ação Diária”. O debate que teve nesta ocasião com os rapazes, ajudaram-no a cristalizar o seu pensamento e a formular um código aceitável para os rapazes: A Lei e a Promessa Escoteira. Ele experimentou jogos que lhe pareciam capazes de por em relevo e dar expressão prática aos traços de caráter que ele desejava que os rapazes possuíssem. Ele pôs à prova a lealdade e a esportividade deles em jogos de equipe com regras estritas. Pôs à prova a coragem deles com alguns golpes e chaves simples de jiu-jitsu, e a disciplina e obediência num jogo em botes - a caça à baleia.
Prática do Altruísmo - "Cavalaria Antiga" - ver “Escotismo para Rapazes”, página 314.
Jogos em Equipe - "Basquetebol" - Jogaram uma versão primitiva e informal do Basquetebol. "Caça à Baleia" - Ver página 112 do “Escotismo para Rapazes”.

6 DE AGOSTO - SALVAMENTO DE VIDAS
Os conhecimentos de Primeiros Socorros de Baden Powell eram rudimentares, por isso chamou para dar-lhe assistência William Stevens, um oficial de Guarda Costeira. Após a instrução e jogos e torneios.
Torneios de Salvamento - "Corrida de arrastar uma pessoa sem sentidos" - “Uma linha de pacientes e uma Patrulha é colocada a 30 metros de distância do começo. Outra Patrulha, cada rapaz levando um cabo, corre para os pacientes, põe um Lais de Guias em seus tóraxes e sob seus braços e outro Lais de Guia em torno do seu pescoço. Vira-se de costas para o paciente e vai de quatro com o cabo sob ele, arrastando o paciente com a cabeça para a frente. Toma-se o tempo que demora. Depois as Patrulhas trocam de lugar. A que completar no tempo mais curto vence”.
"Atirando linha de salvamento" - para salvar o afogado. “O alvo é uma barra de madeira e uma cabeça, de tamanho natural, representando um homem afogado, colocada no solo 20 metros distante”. A linha de arremesso é um cabo colhido com um peso (um nó pesado ou um saco de areia) na ponta do arremesso. “Cada competidor atira na sua vez, atrás de uma linha marcada no solo, pode atirar parado ou após uma corrida. Aquele que atirar mais longe, vence, desde que o cabo caia em alguma parte do “Boneco” e portanto podendo ser agarrada pelo afogado”.

7 DE AGOSTO - PATRIOTISMO
Aqui Baden Powell usou seus extensos conhecimentos de história; com um grande mapa mundi diante deles, os rapazes ouviram B.P. contar estórias e apontar no mapa onde se desenrolaram os incidentes. Explicou a bandeira da Inglaterra e desafiou-os a cumprir seus deveres de cidadãos.
Pedra Comemorativa
do 1º Acampamento
Colocada na Ilha de Brownsea
Jogos de Combate - "A tomada de Badajos" - (pelos Ingleses, em 1812, contra franceses e espanhóis). “Uma Patrulha (francesa) fica sobre um banco ou montículo e defende-o contra os atacantes (ingleses) que querem tomar posse da fortaleza e expulsar os defensores. Os defensores podem ter no chão em torno da encosta, metade de seus homens. Se os defensores atiram um inglês pelas encostas no chão, ele está morto. Não é permitido dar socos ou pontapés”. "Franceses contra ingleses" - cabo de guerra, uma patrulha contra outra. "Tiro ao Alvo" - “Duas Patrulhas competem, Alvo: fila de latas para representar a patrulha oposta. Ambas as Patrulhas ficam numa linha a cerca de 25 metros dos alvos. Ao comando “fogo” atiram pedras nos alvos. Quando um lata é atingida o Juiz tira o homem correspondente da outra Patrulha, pois está morto. O jogo continua até que uma Patrulha inteira é morta. Também se pode dar apenas um certo número de pedras a cada Patrulha ou um tempo limite”.
Fogo de Conselho - O desta noite foi testemunhado por Percy W. Everett, gerente da Editora (C. Arthur Pearson & Son) que financiou o acampamento e editava os livros de B.P., inclusive, depois, os sobre Escotismo. Eis o relato de Everett: “Em torno do fogo de Conselho, à noite, o Chefe nos contou empolgantes estórias, dirigiu pessoalmente o “Engonyama” e com sua imitável maneira de ser conquistou a atenção e o coração de todos. Ainda posso vê-lo de pé à luz flamejante do fogo, ora grave, ora engraçado, respondendo a todos os tipos de perguntas, imitando o pio dos pássaros, mostrando como tocaiar um animal silvestre, lançando uma estória, dançando e cantando ao redor do fogo...”

8 DE AGOSTO - SUMÁRIO DE TODO O ADESTRAMENTO
O último dia do acampamento foi dedicado a um torneio especial. Baden Powell tinha a intenção de fazer a “prova-do-pudim” e convidou os pais dos rapazes, o proprietário da Ilha, sua família e hóspedes para virem até o Morro da Bateria assistir os rapazes fazerem uma demonstração do que haviam aprendido. Pela manhã as Patrulhas treinaram para os vários números e pela tarde apresentaram o espetáculo. Foi uma excelente demonstração, toda planejada, dirigida e executada pelos rapazes. Mistura de jogos, competições, demonstrações de Primeiros Socorros, de apagar fogo, fazer colchões e jiu-jitsu. O ponto máximo foi um cabo de guerra entre “Pássaros” (Maçaricos e Corvos) contra as “Feras” (Lobos e Touros), vencido pelas aves.

A experiência terminou. Na manhã seguinte os rapazes voltaram aos lares. O acampamento da ilha de Brownsea tornou-se história e a ilha voltou ao seu normal. Baden Powell foi terminar de escrever o seu livro “Escotismo para Rapazes”, e com seu esquema testado pelo sucesso, livro que iria influenciar a juventude em torno do mundo pelos anos seguintes.


Texto retirado do site GEMARCaetano


Desfile Cívico: 9 de Julho de 2016 - Revolução Constitucionalista de 1932

O Grupo Escoteiro Monte Olimpo 384°/SP participou do Desfile Cívico que homenageia a Revolução Constitucionalista de 1932.
Quem pode participar ?Como qualquer outro desfile cívico só podem participar se estiver devidamente uniformizado (De acordo com o P.O.R),Exército Brasileiro,Marinha,Aeronáutica entre outros.
 
Tropa Sênior Mista

Tropa Escoteira

Alcateia


É sempre bom participarmos de atividades como estas, pois também fazemos vários amigos e aprendemos várias coisas novas.




Revolução Constitucionalista de 1932

Boletim Informativo do Desfile Clique Aqui!


Revolução Constitucionalista de 1932 aconteceu em São Paulo e foi uma insurreição contrária ao novo quadro político que se instaurou no país após a Revolução de 1930.

As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira República, almejavam, com essa agitação, reaver o domínio político que haviam perdido com a Revolução de 1930. Além deste fato, a demora do governo provisório de Getúlio Vargas em convocar a Assembléia Constituinte suscitava muita insatisfação, especialmente no Estado de São Paulo. No começo do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democrático (PD) lançam uma campanha a favor da Carta Constitucional do país e do término da interferência federal nos estados.

A repercussão popular é grande, o sentimento de patriotismo brota nos corações paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposição de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realização de um ato político no centro da cidade de São Paulo, a polícia coíbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC – iniciais de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, os mortos – e amplia a base de apoio entre a classe média. Em 9 de julho começa a rebelião armada, está deflagrada a Revolução Constitucionalista. Um grande número de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e é transferido para as três grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paraná e Vale do Paraíba.

O Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, jóias e alianças para ajudar financeiramente a revolução e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp – incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organizações civis forneciam fardas, auxílio, alimento e ajudavam na inscrição de voluntários. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vitória da causa paulista.

Os comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as forças federais eram superiores. Eles contam com a união e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio não chega, e São Paulo é cercado pelas tropas legalistas. Após ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o exílio dos líderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendição em 3 de outubro de 1932.

Texto retirado do site Info Escola


PROXIMA → Home

About me

Simone Silva (11) 95225-5011
E-mail: grupoescoteiromonteolimpo@gmail.com

Atividades aos Sábados das 13:50 as 17:10.

Clube Escola Curuçá.
Endereço: Rua Grapirá, 537 - Vila Curuçá - São Paulo - SP.

Postagens populares

384º SP Grupo Escoteiro Monte Olimpo. Powered by Blogger.